Bósnia Portugal no play off

Último adversário antes do Mundial 2010, o seleccionador da Bósnia, Miroslav Blazevic, não sabia o nome de Carlos Queiroz, que foi abraçado por Joseph Blatter, presidente da FIFA. Para o seleccionador português será o reencontro com uma selecção que apadrinhou no primeiro jogo internacional, em 1992. Dez milhões de euros é o valor em jogo para os cofres da FPF.O sorteio do play off de acesso ao Mundial 2010 colocou no caminho de Portugal a Bósnia, um país jovem, inscrito na FIFA apenas em 1992, mas ao mesmo tempo com uma “velha raposa” do futebol europeu. Não se trata do ex-benfiquista  Trapattoni, porque o seleccionador da República da Irlanda vai medir forças com a França, mas antes o croata Miroslav Blazevic, de 74 anos. Com um ar simpático que quase deixa dúvida se este é o mesmo homem que esteve envolvido num caso de corrupção em França e que era acusado pelo seu antecessor, na selecção bósnia, de só convocar jogadores que lhe dessem dinheiro. Mais estranho ainda é que, aos 74 anos, com mais de 40 no futebol, não saiba o nome de Carlos Queiroz.”Como se chama?”, perguntou a um jornalista português, apontado num papel o nome de ‘Karlos Keiroz’. Depois lá foi ele cumprimentar Queiroz, sempre com ar simpático e conversador. Distribuiu elogios, atribuiu a Portugal o favoritismo, descartando responsabilidades, e foi embora, com ar encantador e sorridente.Tão simpático que antes de deixar a sede da FIFA fez questão de se despedir dos jornalistas portugueses, nomeadamente daquele com quem quis tirar uma fotografia depois de lhe ter dito o nome do seleccionador.Mas se Blazevic até desconhece como se chama e como se escreve Carlos Queiroz, já Joseph Blatter, presidente da FIFA, conhece-o bem. Mal o viu, e antes de cumprimentar todos os elementos das delegações que estavam no espectacular auditório da luxuosa sede da FIFA, dirigiu-se ao seleccionador, a quem cumprimentou com um abraço. Coisas normais de quem anda há muito no futebol. Tão normal como Queiroz conhecer bem o adversário do play off. “Por ironia do destino, volto a encontrar a Bósnia. Na primeira vez que fui treinador da equipa do Resto do Mundo apadrinhei o primeiro jogo internacional da Bósnia [1992]”, recordou, lembrando que venceu por 1-0, um resultado que gostaria de repetir agora.

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